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sexta-feira, 30 de março de 2012

Propaganda de Shampool com Hitler

Adolf Hitler nunca foi famoso pelo cabelo, mas uma marca de shampoo turca chamada Biomen teve a grande ideia de usar o ditador nazista como garoto propaganda em um comercial para anunciar um shampoo masculino. A peça traz cenas antigas de Hitler fazendo um de seus inflamados discursos com uma dublagem que diz: “Se você não veste roupas de mulher, também não deveria usar shampoo de mulher. Aqui está. Um verdadeiro shampoo para homens. Biomen. Homens reais usam Biomen”.

O anúncio circula pela internet, seguido de críticas. Uma delas, no YouTube, diz: “Que vergonha para esta marca. Há tantas maneiras boas de se atingir comunicação viral. Usar Hitler desta forma é banalizar um dos piores episódios e homens da história do mundo”.

Organizações judaicas também se manifestaram. Abraham H. Foxman, diretor nacional da Liga Anti-Difamação, nos EUA, afirmou que “Hitler foi responsável pelo assassinato em massa de seis milhões de judeus e milhões de outros no Holocausto. Usar isso para vender shampoo é uma estratégia de marketing repulsiva e deplorável. É um insulto à memória daqueles que pereceram no Holocausto, daqueles que sobreviveram, e daqueles que lutaram para derrotar os nazistas”. Informações do Huffington Post [26/3/12].

segunda-feira, 26 de março de 2012

A ascensão de Luís XIV

O Absolutismo - A Ascensão de Luís XIV, é uma superprodução histórica do mestre Roberto Rossellini sobre os primeiros anos do reinado do "Rei Sol", Luís XIV (1643-1715), o maior monarca absolutista da França.

Conceito de História


História é uma ciência humana que estuda o desenvolvimento dos seres humanos no tempo. A História analisa os processos históricos, personagens e fatos para poder compreender um determinado período histórico, cultura ou civilização.

Objetivos
Um dos principais objetivos da História é resgatar os aspectos culturais de um determinado povo ou região para o entendimento do processo de desenvolvimento. Entender o passado também é importante para a compreensão do presente.
O estudo da História foi dividido em dois períodos: a Pré-História (antes do surgimento da escrita) e a História (após o surgimento da escrita, por volta de 4.000 a.C).

Para analisar a Pré-História, os historiadores e arqueólogos analisam fontes materiais (ossos, ferramentas, vasos de cerâmica, objetos de pedra e fósseis) e artísticas (arte rupestre, esculturas, adornos).

Já o estudo da História conta com um conjunto maior de fontes para serem analisadas pelo historiador. Estas podem ser: livros, roupas, imagens, objetos materiais, registros orais, documentos, moedas, jornais, gravações, etc.

Ciências auxiliares da História 
A História conta com ciências que auxiliam seu estudo. Entre estas ciências auxiliares, podemos citar: Antropologia (estuda o fator humano e suas relações), Paleontologia (estudo dos fósseis), Heráldica (estudo de brasões e emblemas), Numismática (estudo das moedas e medalhas), Psicologia (estudo do comportamento humano), Arqueologia (estudo da cultura material de povos antigos), Paleografia (estudo das escritas antigas) entre outras.

Periodização da História

Para facilitar o estudo da História ela foi dividida em períodos:
- Pré-História: antes do surgimento da escrita, ou seja, até 4.000 a.C.
- Idade Antiga (Antiguidade): de 4.000 a.C até 476 (invasão do Império Romano)
- Idade Média (História Medieval): de 476 a 1453 (conquista de Constantinopla pelos turcos otomanos).
- Idade Moderna: de 1453 a 1789 (Revolução Francesa).
- Idade Contemporânea: de 1789 até os dias de hoje.

Outras informações:

- O grego Heródoto, que viveu no século V a.C é considerado o “pai da História” e primeiro historiador, pois foi o pioneiro na investigação do passado para obter o conhecido histórico.

- A historiografia é o estudo do registro da História.
- O historiador é o profissional, com bacharelado em curso de História, que atua no estudo desta ciência, analisando e produzindo conhecimentos históricos.

www.suapesquisa.com/historia/conceito_historia.htm 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Rússia, condenada ao autoritarismo?

O governo centralizador do presidente Vladimir Putin reacendeu o debate sobre o espaço da democracia diante de uma tradição de regimes de força que marca a história política do país. A chegada ao poder de Putin com um modelo centralizador e autoritário de governo trouxe de novo à baila o tema do autoritarismo na Rússia. Estaria esse país condenado a não conseguir uma democracia plena e seguir sempre regimes de força?

Os defensores de tal visão apontam para a experiência histórica do país. O czarismo, até o início do século XX, era uma autocracia absoluta. Partidos políticos, uma Constituição e um parlamento (Duma) só foram legalizados, a contragosto, durante a chamada Revolução de 1905. Desde então, até 1917, a Rússia teoricamente passara a ser uma monarquia constitucional.

Mas, na prática, o regime era autoritário, pois o czar podia dissolver a Duma a qualquer momento, havia censura à imprensa etc. Após 1917, o comunismo soviético também foi um regime autoritário (totalitário, segundo alguns). Assim, antes da abertura de Gorbachev o único período em sua história em que a Rússia foi um país democrático foi entre as revoluções de fevereiro (democrático-burguesa) e de outubro (socialista) de 1917. Neste período o czarismo caíra, todos os partidos tinham liberdade de ação e a imprensa era livre.

Mas os críticos afirmam que esta foi a liberdade provinda da anarquia, já que o período foi caótico, com governos provisórios e duplo poder. Os anos 90, sob Yeltsin, deram esperança de que a Rússia pudesse seguir o caminho de uma verdadeira democracia pluralista. Apesar da crise econômica e o seriíssimo episódio autoritário do canhoneio do parlamento em 1993, de maneira geral a imprensa era livre e os partidos atuavam livremente. A chegada de Putin ao poder, com seu regime centralizador e algo autoritário, fez os críticos retomarem o velho tema: “Viu? a democracia não consegue fincar raízes sólidas na Rússia”.
Como avaliar esse legado? Haverá mesmo esse determinismo pairando sobre o povo de Dostoievski?
Sem negar o peso dos legados culturais, é importante notar que a história demonstra não haver fardos tradicionais que a modernidade (ou pós-modernidade) não consiga, para o bem ou para o mal, romper. Povos que se diziam condenados havia séculos ao imobilismo “de repente” mostram um dinamismo impressionante (veja-se o caso da China atual).

A Rússia já demonstrou seu potencial para transformações radicais, com rupturas profundas com o passado, como no caso da revolução soviética em 1917. A própria perestroika de Gorbachev rompeu o estereótipo do totalitarismo soviético como um regime fechado e impermeável a mudanças de dentro. Assim, os russos saberão encontrar seu próprio caminho. Não será por um aprisionamento do passado que a democracia não será possível no pais. Se há algo que a historia ensina é que o passado não aprisiona o futuro.

Escrito por: Angelo Segrillo é professor de história contemporânea da Ásia na USP. Especialista em Rússia e Eurásia, é autor de O declínio da URSS: um estudo das causas (Record, 2000) e de O fim da URSS e a nova Rússia (Vozes, 2000), entre outros livros.


sábado, 17 de março de 2012

O desenho Proibido da Walt Disney - "As Crianças de Hitler"

A Disney produziu este desenho para ser exibido para as crianças, fazendo com que eles entendessem o que estava acontecendo na Europa e como se portava o partido nazista.

A História do Brasil por Bóris Fausto

Série narrada pelo historiador Bóris Fausto e que, por meio de documentos e imagens de arquivo, traça um panorama político, social e econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais. A série é composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que ajudaram a escrever essa história.

A sombre e a escuridão

Esse filme é baseado em fatos reais. No final do século XIX acontece a disputa entre franceses, alemães e britânicos para tomarem posse do continente africano. Estando em vantagem, os britanicos encarregam o engenheiro britânico John Henry Patterson (Val Kilmer) para supervisionar a construção da ponte que passa acima do rio Tsavo.

OS LEÕES DE TSAVO
"A Sombra e a Escuridão"

Em março de 1898 os ingleses trabalhavam na construção de uma ferrovia no Quênia, leste da África. Para a construção de uma ponte sobre o rio Tsavo (SAH-vo), na região de mesmo nome, foi contratado o Coronel John Henry Patterson (1865-1947), engenheiro construtor de pontes.

Durante os nove meses seguintes dois grandes leões mataram e devoraram aproximadamente 140 trabalhadores. As equipes de trabalho tentaram em vão construir cercas e afastar os animais com fogo e outros artifícios, o que fez com que muitos abandonassem o local.

O próprio Coronel Patterson tentou matar os leões diversas vezes sem sucesso, o que fez com que os nativos acreditassem que eles eram a encarnação do demônio, passando a chamá-los de "sombra" e "escuridão" (the ghost and the darkness). Finalmente, a 9 de dezembro de 1898, o Coronel Patterson acertou um tiro certeiro no primeiro leão, que media 3m de comprimento, sendo necessários 8 homens para carregar sua carcaça até o acampamento. O segundo foi morto três semanas depois.

As equipes de trabalho retornaram e  finalizaram a ponte em fevereiro de 1899. Nunca saberemos porque os leões de Tsavo tornaram-se comedores de homens, mas alguns fatores podem ter contribuído para esta dieta não usual. Em 1890, uma doença dizimou milhões de zebras, gazelas e outros herbívoros da região. Além disto, práticas pouco higiênicas como enterrar cadáveres em covas rasas ou simplesmente não enterrá-los, forneciam carne fácil aos leões famintos.

O mais estranho é que, conforme os relatos do Coronel Patterson, os leões caçavam em conjunto, e arrastavam suas vítimas a uma caverna para devorá-las. Esta versão é contestada por arqueólogos que dizem ser costumes tribais fazerem rituais humanos em cavernas da região e portanto, os ossos encontrados por Patterson não são evidência que aqueles homens foram vítimas dos leões.